HughesNet expande cobertura para 5 mil cidades

HughesNet expande cobertura para 5 mil cidades

11 de julho, 2019

De acordo com a última pesquisa TIC Domicílios, divulgada em 2017, 34% da população tinha acesso à internet na área rural. Um número superior aos 22% registrados em 2014, mas que evidência que a falta de conectividade ainda é um desafio para o desenvolvimento de localidades distantes dos grandes centros, principalmente no meio rural.

Com o objetivo de solucionar esses gargalos de conectividade no Brasil, a Hughes do Brasil, uma subsidiária da Hughes Network Systems, LLC (HUGHES), criou a HughesNet, internet banda larga via satélite. Em julho, a HughesNet comemora três anos de atuação no país e expande cobertura para 5 mil cidades. Esse marco foi possível graças ao lançamento do satélite Hughes 63W, em 2018, que aumentou a capacidade de atendimento para até 90% da população brasileira. Antes disso, em 2016, a Hughes já havia lançado o satélite Hughes 65W, que marcou o início dos serviços de internet via satélite B2C da empresa no Brasil.

“O mercado de satélites tem um grande potencial. Com a expansão, conseguimos atender mais propriedades distantes dos grandes centros urbanos, aonde as grandes operadoras não conseguem chegar em virtude do alto custo, especialmente na área rural.”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil.

Segundo o executivo, para 2021 a companhia tem planos de lançar o satélite JUPITER 3 que utilizará tecnologia de ultradensidade (UHDS) para transmissão, melhorando a capacidade a empresas e usuários finais em praticamente todos os países das Américas, incluindo Brasil, EUA, Canadá, México e outras regiões.

 

Impulsionando negócios na zona rural

A HughesNet vem conectando pessoas e contribuindo para a geração de negócios desde que os serviços passaram a ser disponibilizados no Brasil, em 2016. Um caso de sucesso é o da influenciadora Fran Adorno, moradora da área rural de Guaraí, uma pequena cidade no interior do Tocantins, que hoje usa a internet banda larga via satélite como principal suporte para seu trabalho. No início de 2019, quando um pane na internet fez a blogueira ficar alguns dias longe da rede, ela passou a contar com os serviços da HughesNet.

“Eu já conhecia a HughesNet, sabia que ela havia lançado um novo satélite e estava preparando a entrada no Tocantins. Quando tive esse problema, liguei para a empresa, e um técnico veio especialmente para instalar a internet na minha casa. Agora eu tenho mais liberdade para trabalhar, interagir com meu público, programar meus vídeos e postagens e até fazer live com meus seguidores”, comenta Fran Adorno.

Outro exemplo de como os serviços de banda larga via satélite ajudam a impulsionar negócios na zona rural é a história de Nelci Mainardes, pecuarista, presidente da Associação Paranaense de Gado Jersey, dono de uma fazenda em São José dos Pinhais, no Paraná. O pecuarista passou a contar com a internet banda larga via satélite para fazer todo o gerenciamento de sua propriedade.

Com os serviços da HughesNet, Mainardes também conseguiu melhorar a gestão de sua produção. “Facilitou não só a comunicação entre os funcionários, mas também o controle dos animais. Atualmente, utilizo um sistema de gestão agropecuária que permite a comunicação direta entre a propriedade, os funcionários, eu, e a associação. Ou seja, é uma plataforma que centraliza todo o controle e é de fundamental importância para o controle zootécnico do plantel, assim como do processo reprodutivo dos animais.” Sem internet, Mainardes não poderia fazer uso dessa plataforma porque o sistema dela é armazenado em nuvem.

Com a internet via satélite, os produtores locais também podem divulgar seus produtos nas redes sociais, como faz Erico Kolya, mestre queijeiro da Pé do Morro, uma propriedade localizada no alto da Serra do Japi, no Estado de São Paulo. “Hoje, tudo está na nuvem”, afirma Kolya. “O tempo todo nós precisamos nos comunicar nas mídias sociais, subir vídeos, fotos, gerar boletos e compartilhar planilhas e arquivos”. Antes de adquirir o serviço de internet via satélite da HughesNet, o produtor tinha que sair da propriedade e ir até a cidade em busca de sinal.

 

Fonte: Decision Report - http://www.decisionreport.com.br/mercado/hughesnet-comemora-tres-anos-no-brasil-e-expande-cobertura-para-5-mil-cidades/#.XSd7yS3OpBw

 

  • LeiteShow 2019 - Guaratinguetá-SP com data confirmada!

    LeiteShow 2019 - Guaratinguetá-SP com data confirmada!

    A LeiteShow acontecerá entre os dias 23 a 26 de Outubro na Cidade de Guaratinguetá no estado de São Paulo aonde será realizada a Última etapa do Circuito Nacional da Raça Holandêsa, Etapa do Circuito Nacional da Raça Jersey e Julgamento de Girolando – GIROVALE (Núcleo dos Criadores de Girolando do Vale do Paraíba) com o Julgamento da Raça Girolando 1/2 Sangue, 3/4 e 5/8.

  • Brazzale alerta para falta de competitividade de lácteos no Brasil

    Brazzale alerta para falta de competitividade de lácteos no Brasil

    O queijo Grana Padano da italiana Brazzale, mesmo submetido a uma tarifa de importação de 28% para entrar no Brasil, sendo vendido mais barato que seu concorrente brasileiro.

  • Produção mundial de leite deve se manter pressionada, diz USDA

    Produção mundial de leite deve se manter pressionada, diz USDA

    Dos 44 países produtores de leite, apenas dois - o Brasil e a Índia - devem expandir seus rebanhos leiteiros este ano, segundo o relatório semianual do USDA Dairy chamado World Markets and Trade.

  • A genética pode influenciar a produção do leite A2/A2?

    Victor Breno Pedrosa

    Zootecnista, Prof. Dr. de Melhoramento Animal e Estatística

    A genética pode influenciar a produção do leite A2/A2?

  • Medindo e evoluindo a vaca Jersey

    Marcelo de Paula Xavier

    Produtor Rural, Administrador de Empresas e Mestre em Agronegócios

    Medindo e evoluindo a vaca Jersey

  • Comercialização de silagem pré-secada em fardos

    João Ricardo Alves Pereira

    Zootecnista, Doutor em Nutrição Animal e Pastagens

    Comercialização de silagem pré-secada em fardos

Proluv
Top